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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Glória, glória, glória...

Se, o tio "Sam" e o tio "Patinhas" estão arrebentando nas Olímpiadas de Pequim 2008, temos uma canarinho de ouro.

Glória, glória, glória...
Morde a medalha, Maurin! A medalha é sua.

A muralha da China está fechando o placar das medalhas em récordes, seguida dos personagens do cinema americano: o superman Michael Phelps e companhia.
No entanto, ser brasileiro é ter os olhos puxados do oriente ou as orelhas puxadas de Phelps?

Os dois , ser brasileiro é ter a vontade de puxar, sim, os olhos e orelhas de nossos representantes políticos. Mas, será que eles sabem quais são os valores morais de nacionalidade?

Ser brasileiro é orgulho,
ser brasileiro é vergonha,
ser brasileiro é sofrer,
ser brasileiro é aplaudir,
ser brasileiro é roubar,
ser brasileiro é discriminar,
ser brasileiro é não ser...

A Resposta é: não sabem.

Então, quando vamos nos olharmos no espelho e dizermos: quem somos?
Quando neste país enxergaremos o próximo como nosso parceiro, nosso amigo?
Quando devemos aplaudir uma medalha de ouro conquistada por uma personagem sofredora: Maurin Maggi? E a organização do Comitê Olímpico Brasileiro no sumiço da vara de Fabiana Murer?
Quando estes empresários brasileiros vão enxergar seu próprio umbigo e dizer: eu posso ajudar alguém?
Quando o futebol feminino será profissionalizado, hein, nosso vitalício Ricardo Teixeira?
Quando o esporte brasileiro será profissionalizado, hein, nosso Ministro Orlando Silva?
Quando os partidos irão deixar de lado a ganância de convidar pessoas incapazes de administrar este país? É cada" figura" nas eleições!
Quando, hein, nosso presidente Lula, finalmente, cantaremos com nossos filhos o hino nacional nas escolas, com orgulho, após competições esportivas?
Quando, quando, quando cantaremos...

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito à própria morte!

Ó Pátria amada,Idolatrada,Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil
És tu, Brasil.
Ó Patria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,Brasil!

Deitado eternamente em berço esplêndido
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida"
"Nossa vida", no teu seio, "mais amores"

Ó Pátria amada,Idolatrada,Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula.
Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta
Nem teme quem te adora, a própria morte,

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,Brasil!

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